Inventário atrasado pode custar caro. Veja como evitar prejuízos!

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Inventário atrasado pode custar caro. Veja como evitar prejuízos!

Deixar o inventário para depois sempre gera custos. No Brasil, a lei exige a abertura em até 60 dias após o falecimento, e o atraso traz consequências financeiras.

O principal impacto é a multa sobre o ITCMD. Dependendo do estado, essa penalidade pode aumentar significativamente o valor do imposto.

Além disso, a falta do inventário bloqueia o patrimônio. Sem o processo, não é possível vender imóveis, sacar valores ou transferir bens.

A demora também desvaloriza o patrimônio. Imóveis sem uso perdem valor, enquanto IPTU e taxas de condomínio continuam se acumulando.

Resolver essa etapa com agilidade evita prejuízos e bloqueios.

Você sabia que o atraso no inventário gera multa? Deixe um comentário, compartilhe com a família, salve para não esquecer o prazo e busque a orientação de um advogado especialista para iniciar o procedimento com segurança.

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Quem tem visão monocular pode se aposentar mais cedo?

A visão monocular é reconhecida pela legislação como deficiência, mas esse enquadramento, por si só, não garante aposentadoria ou redução imediata do tempo de contribuição.

No âmbito previdenciário, a pessoa com deficiência pode ter acesso a regras diferenciadas de aposentadoria, tanto por idade quanto por tempo de contribuição, desde que cumpra os requisitos específicos previstos na legislação.

Para isso, é necessária uma avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional, que analisa não apenas o diagnóstico médico, mas também as limitações enfrentadas no dia a dia e no exercício das atividades laborais.

O grau da deficiência tem papel central nesse processo, pois influencia diretamente o tempo de contribuição exigido para a aposentadoria por tempo de serviço na condição de pessoa com deficiência.

Também é indispensável comprovar o período em que o segurado trabalhou já com a condição reconhecida, o que pode exigir documentos médicos, laudos, exames e registros previdenciários ao longo da vida laboral.

Cada caso é analisado individualmente, considerando o histórico contributivo e a real limitação funcional do segurado.

O direito à aposentadoria depende, portanto, da comprovação da deficiência e do enquadramento adequado nas regras previdenciárias.

Uma análise jurídica e previdenciária pode indicar a modalidade mais vantajosa e quais documentos são necessários para o pedido.

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Qualidade de segurado: quanto tempo precisa de contribuição?

Você já ouviu falar em “qualidade de segurado”?

É a condição atribuída a toda pessoa filiada ao INSS que possua uma inscrição e faça pagamentos mensais a título de Previdência Social.

Podendo, inclusive, ser mantida essa condição durante um tempo, mesmo sem contribuições.

Mas afinal, quanto tempo de contribuição é necessário para alcançá-la?

A resposta é: apenas uma contribuição mensal já te coloca nessa categoria!

Isso mesmo, desde o primeiro pagamento ao INSS, você se torna um segurado da Previdência.

Mas ter a qualidade de segurado não garante automaticamente o acesso a todos os benefícios previdenciários.

É aí que entra o tal do período de carência.

Esse é o tempo mínimo, contado em meses, que você precisa contribuir para ter direito a receber um benefício previdenciário, que pode variar a depender do benefício.

Ou seja, por mais que você esteja filiado à Previdência e tenha qualidade de segurado, não é garantido que você terá acesso a todos os benefícios desde o primeiro mês de contribuição.

Cada benefício tem seus próprios requisitos de carência, então é importante ficar de olho nisso!

Quer saber quanto tempo de contribuição precisa para conseguir um benefício?

Busque auxílio jurídico especializado!

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3 erros que podem prejudicar você antes do divórcio

Decisões tomadas sem planejamento podem gerar prejuízos patrimoniais e aumentar os conflitos durante o divórcio.

O primeiro erro é confiar apenas em acordos verbais. Combinações sobre bens, pensão, dívidas ou guarda devem ser formalizadas para reduzir dúvidas e permitir o cumprimento do que foi definido.

Outro problema é ocultar ou transferir patrimônio para terceiros. Além de não impedir necessariamente a partilha, essa conduta pode ser questionada judicialmente e prejudicar quem tentou esconder os bens.

Também é arriscado vender imóveis, sacar valores elevados, contrair dívidas ou abandonar documentos importantes sem compreender os efeitos dessas atitudes.

Antes de sair da residência, movimentar o patrimônio ou firmar qualquer acordo, organize os documentos e conheça seus direitos. Um planejamento adequado ajuda a reduzir riscos e a preservar provas.

Busque orientação jurídica antes de tomar decisões que possam afetar a partilha ou os filhos.

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