Responsabilidade Civil por abandono afetivo

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Responsabilidade Civil por abandono afetivo

O abandono afetivo se define pela ausência do cuidado que os pais devem aos filhos, principalmente quando crianças e adolescentes.

Essa carência, além de sequelas psíquicas e sociais, é capaz de gerar consequências jurídicas, como o direito à indenização por danos morais.

A responsabilidade civil, nesse caso, está vinculada ao dever de reparar o dano à dignidade causado pela negligência de assistência emocional, moral e social.

Além disso, o filho poderá requerer que o sobrenome do pai ou da mãe que o abandonou seja excluído de seus registros públicos – certidão de nascimento, rg, cpf.

Caso tenha se identificado com o assunto, não hesite contatar um advogado!

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Um familiar pode receber informações sobre um paciente internado?

Informações sobre a saúde de um paciente são protegidas pelo sigilo profissional. Por isso, o simples fato de alguém ser filho, cônjuge, irmão ou outro familiar não significa que tenha acesso ao prontuário e demais detalhes do tratamento.

Se o paciente estiver consciente e puder manifestar sua vontade, a autorização para compartilhar informações deve ser considerada. A equipe de saúde também precisa observar quais dados podem ser fornecidos e a quem.

A situação pode ser diferente quando o paciente não possui condições de expressar sua vontade. Nesses casos, devem ser analisadas as circunstâncias concretas, a existência de representante legal e a necessidade das informações para a proteção e o acompanhamento do paciente.

Também é importante lembrar que, mesmo quando o compartilhamento é permitido, isso não significa que todo o conteúdo médico possa ser entregue sem critérios. O sigilo continua existindo e exige cuidado com a extensão das informações fornecidas.

O vínculo familiar, por si só, não autoriza acesso ilimitado aos dados de saúde.

Em caso de dúvida sobre o compartilhamento de dados, buscar auxílio jurídico especializado pode evitar violações de sigilo e responsabilidade.

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O que é alienação parental?

Já imaginou os efeitos psicológicos e emocionais negativos que o vínculo fragilizado com um dos pais pode causar em uma criança?

A alienação parental se relaciona diretamente com essa pergunta e é um dos temas mais delicados no direito das famílias.

A prática pode ser caracterizada como toda interferência na formação psicológica do menor por um dos pais, avós ou responsáveis legais que objetivam manchar a imagem do outro genitor, ou mesmo afastá-lo do convívio com o filho.

Como exemplo, temos um pai que constantemente reprova as atitudes da mãe na frente da criança. Ou, ainda, uma mãe que não permite ao pai o contato com o filho em hipótese alguma.

Aqui, o nosso intuito é evidenciar que a criança – cidadã vulnerável em desenvolvimento – tem direito à vida digna e à convivência familiar harmoniosa.

Se você conhece uma criança ou genitor que esteja sofrendo com a alienação parental, compartilhe o post e recomende a busca pelos seus direitos.

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Acordo extrajudicial trabalhista. É possível?

Nem todo conflito entre empresa e trabalhador precisa terminar em uma reclamação trabalhista. Em muitos casos, a legislação permite que as partes construam um acordo fora do processo judicial tradicional, trazendo mais agilidade e previsibilidade para ambos.
O acordo extrajudicial trabalhista é uma negociação formal feita entre empregado e empregador para resolver pendências relacionadas ao contrato de trabalho, como verbas rescisórias, pagamentos discutidos ou encerramento do vínculo.

Mas esse acordo precisa ser homologado pela justiça do trabalho. O juiz analisa se houve respeito aos direitos básicos do trabalhador e se não existe nenhuma irregularidade na negociação.
Além disso, a lei exige que cada parte tenha seu próprio advogado. Ou seja, empregado e empregador devem possuir representantes diferentes, justamente para garantir equilíbrio e evitar pressão ou prejuízo para qualquer lado. Também é importante entender que nem tudo pode ser negociado livremente. Direitos indisponíveis e situações abusivas podem levar à rejeição do acordo pela justiça.

Quando elaborado corretamente, o acordo extrajudicial pode encerrar conflitos com mais segurança jurídica e menos desgaste para todos os envolvidos.

Busque orientação jurídica antes de firmar qualquer acordo e salve este post para consultar depois.

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