Aposentadoria por incapacidade permanente: entenda!

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Aposentadoria por incapacidade permanente: entenda!

A aposentadoria por incapacidade permanente é um benefício previdenciário destinado aos trabalhadores que, por doença ou acidente, ficaram permanentemente incapacitados para o trabalho.

Esse tipo de aposentadoria é um direito garantido pela Previdência Social e visa assegurar uma renda para quem não pode mais exercer suas atividades profissionais.

Para ter direito à aposentadoria por incapacidade permanente, é necessário cumprir alguns requisitos.

O trabalhador deve estar contribuindo para o INSS ou estar dentro do período de graça, que é o tempo em que o segurado mantém a qualidade de segurado mesmo sem estar contribuindo.

Normalmente, são 12 meses após a última contribuição.

Em geral, é necessário ter contribuído por pelo menos 12 meses antes de requerer o benefício.

No entanto, em casos de acidentes de qualquer natureza ou doenças graves previstas em lei, a carência pode ser dispensada.

A incapacidade para o trabalho deve ser comprovada por meio de perícia médica realizada pelo INSS.

O perito avaliará se a incapacidade é total e permanente, impossibilitando o segurado de exercer a atividade profissional.

Esse benefício proporciona segurança financeira em um momento de vulnerabilidade, ajudando a manter a qualidade de vida do segurado e de sua família.

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Pensão para filho com deficiência termina aos 18 anos?

A maioridade não encerra automaticamente a pensão alimentícia. Isso é especialmente importante quando o filho com deficiência continua dependendo de apoio financeiro e cuidados.

Após os 18 anos, devem ser analisadas a autonomia, a possibilidade de trabalho, as necessidades de saúde, os tratamentos e as condições de sustento da pessoa.

Despesas com medicamentos, consultas, terapias, equipamentos, transporte e acompanhamento especializado podem influenciar o valor da pensão. Por isso, laudos, relatórios, prescrições e comprovantes de gastos são documentos relevantes.

Quem paga também não pode simplesmente interromper os depósitos ao atingir a maioridade. A exoneração da pensão deve ser solicitada judicialmente, com oportunidade para que o filho demonstre que ainda necessita do auxílio.

O valor pode ser revisto se houver mudança nas necessidades ou na capacidade financeira das partes. Busque orientação jurídica para analisar o caso concreto.

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Descontos indevidos no INSS: nova lei prevê ressarcimento!

Muitos aposentados e pensionistas só percebem que algo está errado quando o valor do benefício vem menor do que o esperado. Em vários casos, descontos desconhecidos acabam comprometendo parte da renda mensal sem autorização do segurado.
Por isso, acompanhar o extrato de pagamento do INSS se tornou um cuidado indispensável. É nele que aparecem mensalidades associativas, cobranças automáticas e outros débitos que podem indicar irregularidades.

Ao identificar descontos não reconhecidos, o beneficiário pode fazer a contestação pelos canais oficiais, como o Meu INSS, central 135 ou diretamente perante a instituição responsável pela cobrança. Guardar números de protocolo e comprovantes é essencial para acompanhar o pedido.
Além da suspensão do desconto, existe a possibilidade de solicitar o ressarcimento dos valores descontados indevidamente. Dependendo do caso, o segurado também pode buscar indenização quando houver prejuízo financeiro ou falha na proteção dos dados pessoais.
Reunir provas faz diferença nesse processo. Extratos, prints, contratos inexistentes e registros de atendimento ajudam a demonstrar que a cobrança não foi autorizada.
Quem sofreu descontos indevidos não deve tratar a situação como algo normal ou inevitável.

Procure orientação jurídica para analisar a possibilidade de ressarcimento e salve este post para consultar depois.

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Sete consequências para quem não paga a pensão alimentícia

A pensão alimentícia é um direito das crianças e dos adolescentes! Por isso, seu não pagamento pode trazer sérios problemas legais ao devedor.

Acompanhe algumas consequências:

1- Bloqueio de contas bancárias;
2- Penhora de bens e salário;
3- Negativação do nome junto ao SPC/SERASA;
4- Protesto do nome em cartório;
5- Suspensão da CNH;
6- Suspensão do passaporte;
7- Suspensão de cartão de crédito.

Se você está passando por essa situação, procure orientação jurídica com uma equipe de advogados especializados.

Busque seus direitos e garanta o bem-estar dos seus filhos!

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