Pensão para filho com deficiência termina aos 18 anos?

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Pensão para filho com deficiência termina aos 18 anos?

A maioridade não encerra automaticamente a pensão alimentícia. Isso é especialmente importante quando o filho com deficiência continua dependendo de apoio financeiro e cuidados.

Após os 18 anos, devem ser analisadas a autonomia, a possibilidade de trabalho, as necessidades de saúde, os tratamentos e as condições de sustento da pessoa.

Despesas com medicamentos, consultas, terapias, equipamentos, transporte e acompanhamento especializado podem influenciar o valor da pensão. Por isso, laudos, relatórios, prescrições e comprovantes de gastos são documentos relevantes.

Quem paga também não pode simplesmente interromper os depósitos ao atingir a maioridade. A exoneração da pensão deve ser solicitada judicialmente, com oportunidade para que o filho demonstre que ainda necessita do auxílio.

O valor pode ser revisto se houver mudança nas necessidades ou na capacidade financeira das partes. Busque orientação jurídica para analisar o caso concreto.

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Descontos indevidos no INSS: nova lei prevê ressarcimento!

Muitos aposentados e pensionistas só percebem que algo está errado quando o valor do benefício vem menor do que o esperado. Em vários casos, descontos desconhecidos acabam comprometendo parte da renda mensal sem autorização do segurado.
Por isso, acompanhar o extrato de pagamento do INSS se tornou um cuidado indispensável. É nele que aparecem mensalidades associativas, cobranças automáticas e outros débitos que podem indicar irregularidades.

Ao identificar descontos não reconhecidos, o beneficiário pode fazer a contestação pelos canais oficiais, como o Meu INSS, central 135 ou diretamente perante a instituição responsável pela cobrança. Guardar números de protocolo e comprovantes é essencial para acompanhar o pedido.
Além da suspensão do desconto, existe a possibilidade de solicitar o ressarcimento dos valores descontados indevidamente. Dependendo do caso, o segurado também pode buscar indenização quando houver prejuízo financeiro ou falha na proteção dos dados pessoais.
Reunir provas faz diferença nesse processo. Extratos, prints, contratos inexistentes e registros de atendimento ajudam a demonstrar que a cobrança não foi autorizada.
Quem sofreu descontos indevidos não deve tratar a situação como algo normal ou inevitável.

Procure orientação jurídica para analisar a possibilidade de ressarcimento e salve este post para consultar depois.

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Sete consequências para quem não paga a pensão alimentícia

A pensão alimentícia é um direito das crianças e dos adolescentes! Por isso, seu não pagamento pode trazer sérios problemas legais ao devedor.

Acompanhe algumas consequências:

1- Bloqueio de contas bancárias;
2- Penhora de bens e salário;
3- Negativação do nome junto ao SPC/SERASA;
4- Protesto do nome em cartório;
5- Suspensão da CNH;
6- Suspensão do passaporte;
7- Suspensão de cartão de crédito.

Se você está passando por essa situação, procure orientação jurídica com uma equipe de advogados especializados.

Busque seus direitos e garanta o bem-estar dos seus filhos!

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Relacionamento no trabalho pode gerar demissão por justa causa?

Criar um vínculo afetivo com um colega de trabalho não é, por si só, motivo para demissão por justa causa. A legislação protege a vida privada do trabalhador, e um relacionamento consensual, em regra, não autoriza a aplicação da penalidade mais severa prevista na relação de emprego.

Isso não significa, porém, que a empresa não possa estabelecer regras internas sobre o tema. Políticas de integridade e códigos de conduta podem disciplinar situações envolvendo conflitos de interesses, especialmente quando existe relação de chefia entre os envolvidos.

Os problemas costumam surgir quando o relacionamento resulta em favorecimento profissional, assédio, quebra de imparcialidade ou comportamentos que comprometam o ambiente de trabalho.

Nessas hipóteses, a empresa poderá adotar medidas, desde que haja fundamento e respeito aos direitos do empregado.

Para que a justa causa seja válida, é indispensável a existência de uma falta grave devidamente comprovada. Sempre que possível, a punição deve observar o princípio da proporcionalidade, com a aplicação gradual de advertências e suspensões antes da medida extrema, quando a situação permitir.

Em resumo, a empresa pode adotar normas de conduta para preservar a organização e a ética no ambiente corporativo, mas não deve interferir, sem justificativa legítima, na vida privada de seus empregados.

Empresas e trabalhadores podem buscar orientação jurídica para avaliar os limites da política interna e da punição aplicada.

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